Gostei que o Brasil voltou a ser mundano...

 


Gostei mesmo! Gostei que o Estado Brasileiro deixou de ser a Catedral da Religião Bolsonarista, e voltou a ser mundo ímpio. O Deus Ódio caiu! Eu amei ao ser humano, mas odiava o espírito que destilava apenas abria sua boca e eletrizava suas mãos, com seu rosto mudado sempre para o lado da intolerância. Esse espírito não coincidia com o meu, e me surpreendia como a maioria dos meus amigos que tanto me ajudaram no passado para ser mais amável, de repente adoravam a esse seu ídolo e começaram a me odiar. E também me surpreendia ver a tantos “santos” e “ministros de Cristo” de minha mais alta estima, de repente vomitarem incessantemente e de maneira crônica o mesmo ódio, a demonização do diferente, e a perseguição enganosa e destrutiva.

Gostei que o Estado voltou a ser ímpio, para que tenham de novo sentido as palavras do apóstolo Paulo acerca dos políticos: “Que venham ao conhecimento da verdade e sejam salvos”.

Gostei que o pecado apareceu, porque “sobreveio a lei para que avultasse a ofensa; mas onde abundou o pecado, superabundou a graça”. Por fim, os políticos poderão ser salvos!

Gostei que ainda quando os crentes desbibliados e desigrejados dentre quatro paredes e suas denominações limitativas, desde as menores até as imperialistas, e seus líderes enganados e também os enganadores não mudam de uma hora para outra, Deus se encarregou de rir e ridicularizar de suas más interpretações da Palavra de Deus e suas manipulações a favor do Nazismo, que nada tem a ver com o Evangelho de Cristo.

Gostei porque ainda quando o Brasil e muitos humanos no mundo inteiro sofreu o violência, a loucura, a paranoia, a cruenta perversão dos que se acharam mais que Deus, e sentimos risco de morte e guerra a qualquer momento, Deus cuidou de seu Remanescente Fiel em paz e segurança, podendo ajudarmos a milhões, sem ódio e sim, na verdade e o amor de Deus.

Gostei que no Governo anterior nem todos se prostraram ao maléfico Poder da egolatria, a paranoia e a perversão psicótica e de comportamento no trono, e uma parcela justa soube se manter alerta, e na hora mais crucial se animou a atuar pela Justiça Divina desde o Poder Judicial, salvando o Brasil da República Nazista de uma minoria errática e anti-evangélica.

Gostei que Deus, em sua infinita sabedoria separou à Igreja do Estado Político e empodera a um “homem que não se assenta na roda dos escarnecedores”, ainda que talvez esteja muito longe de “se deleitar em Deus” e que, contudo, governa mesmo, gostarem ou não, e não precisa dos militares para se defender. O povo o defendeu, porque “melhor é um pobre e sábio do que um rei insensato, que não se deixa mais admoestar, embora tenha saído do cárcere para reinar, ou tenha nascido pobre no seu próprio reino” [Eclesiastes 4:13,14].

Gostei Deus, não o homem nem a filosofia política. Gostei do Senhor de senhores, do Supremo Cabeça de tudo e de todos. Gostei do Soberano, que se manifestou ainda quando as larvas não possam observa-lo e reconhece-lo. Gostei ver ao Pai criar tudo tão perfeito para o Seu Amado Filho, em quem estamos incluídos todos os salvos, independentemente de nossas crenças políticas, moralidades e opiniões, porque DELE, POR ELE E PARA ELE são todas as coisas, e não para os protestantes, os sionistas da arma, os nazistas do ódio.

Tito Berry

 

 

 

 

 

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